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Coisas do Zé

Os filmes e outras coisas da televisão. Computadores, jogos e falta de sono. Música e às vezes futebol. iPhones, coisas e telemóveis. A minha cheat sheet.

Coisas do Zé

Os filmes e outras coisas da televisão. Computadores, jogos e falta de sono. Música e às vezes futebol. iPhones, coisas e telemóveis. A minha cheat sheet.

3gs

por José Miguel, em 29.05.13


Adeus velho amigo. Foram bons 3 anos.

universo sherlock

por José Miguel, em 11.05.13

Nos últimos anos temos visto surgir nos nossos ecrãs o mais famoso detective do mundo em vários formatos, várias épocas e várias narrativas diferentes.

 

House MD

House M.D. - Fonte: Fox

 

Para os mais desatentos, este ressurgir começou há já quase uma década com House M.D. em Novembro de 2004. As referências e semelhanças entre Sherlock Holmes e Gregory House são evidentes.

 

Ambos usam a dedução lógica e a psicologia na resolução dos seus casos. São os 2 utilizadores de drogas, e se House é mais dado ao Vicodin, Holmes era-o a laúdano, cocaína e mais recentemente nicotina. Um toca guitarra o outro toca violino.

 

Se Holmes tem Watson, House tinha como confidente e personagem de confiança Wilson e por fim, a mais inequívoca das homenagens dos criadores de House passam pelo seu nome, House é o singular fonético de Holmes na língua inglesa e o número de porta do médico é 221B em clara referência ao 221 de Baker Street.

 

Holmes 2009Sherlock Holmes - Fonte: Warner Brothers Pictures

 

Mas House M.D. já terminou, e entretanto apareceu-nos Robert Downey Jr. pela mão de Guy Ritchie com Sherlock Holmes (2009) e Sherlock Holmes: A Game of Shadows (2011) que nos mostram outra faceta desta personagem icónica, desta vez numa Inglaterra victoriana bem longe da mesa de operações de Dr. House mas mais próximo das suas origens.

 

O Holmes de Guy Ritchie, as produções mais Hollywoodescas do realizador britânico, trazem-nos uma visão diferente de Sherlock Holmes.

 

Quem não se recorda da imagem de marca destes 2 filmes? Explosões e pancadaria. A câmara lenta da realização e os conhecimentos de anatomia da personagem principal a arrumarem com várias personagens ao longo da história. Um Sherlock mais super-héroi mas não menos interessante, consoante o sentido crítico e o gosto de cada um.

 

Sherlock BBCSherlock - Fonte: BBC

 

Em 2010 as histórias voltam a acentuar o sotaque britânico e ao pequeno ecrã. Da BBC chega-nos Sherlock, uma mini-série com 3 episódios por temporada, passada nos dias de hoje.

 

Este é um Sherlock Holmes diferente. Quer deixar de fumar. Renega a a vontade das suas raízes e por isso, usa selos de nicotina um pouco por todo o corpo para suprimir o vício mas não deixa de ser brilhante. É um detective da era da Internet, é perseguido pelos tablóides britânicos como se de uma rockstar se tratasse e tem como companheiro um Watson ex-médico de guerra que carrega o fardo iconográfico da bengala original de Sherlock Holmes.

 

É este o Sherlock Holmes de Benedict Cumberbatch e da BBC e está previsto para 2013 a estreia da 3ª temporada. A seguir.

 

ElementaryElementary - Fonte: CBS

 

Passando para 2012 e atravessando um continente encontramos o reboot americano. A início estranhei. As premissas fizeram-me desconfiar. Um Sherlock Holmes britânico a morar em Nova Iorque, com o corpo marcado por tatuagens, toxicodependente em recuperação, consultor da NYPD e uma Watson com a tarefa de companheiro de sobriedade desempenhado por Lucy Liu.

 

Falo da série Elementary da CBS.

 

E é uma série de que gosto. John Lee Miller consegue ser astuto, mordaz e com o característico humor sarcástico a que estamos habituados em Sherlock Holmes. Além disso, revela-se uma boa série policial, bem escrita, bem filmada e na cénica cidade de NY.

mplayerx, legendas e OS X

por José Miguel, em 11.05.13

 

Num passado não muito distante dispunhamos do Perian. O Perian não era mais do que os chamados codec packs para Windows mas, neste caso, para Mac OS X. Com o fim do desenvolvimento deste software e com o lançamento do Mountain Lion, mas mais propriamente do Quicktime X o Perian deixou de funcionar como pretendido.

 

O carregar automático de legendas srt, um dos maiores features do Perian perdeu a sua funcionalidade. Contudo, como em tudo, existem alternativas.

 

A mais promissora das apps para desempenhar esta tarefa era o MPlayerX. Esta aplicação tem utiliza 2 projectos opensource, o FFMpeg e o Mplayer que lhe são o garante de reprodução de praticamente qualquer formato de vídeo existente. Além disso, para nós, que estamos habituados à legendagem e não à dobragem (felizmente), suporta o carregamento automático de legendas no format srt.

 

Simples, prático, eficiente e gratuito.
Querem melhor? O MPlayerX pode ser encontrado aqui.

um copo no passadiço

por José Miguel, em 07.05.13

 

 

Desde o início que me despertou a curiosidade. Muito por culpa de se tratar de uma série histórica e ter como produtores executivos, tanto o ícone do cinema Martin Scorcese como Mark Wahlberg, o produtor por detrás de um outro clássico favorito da televisão, Entourage. Esqueci-me ainda de mencionar o selo da HBO. Adiante.

 

Apesar de tudo isto, por entre outras séries que vão e vêm, só agora me dediquei a Boardwalk Empire e fiz-lo em bom tempo. 

 

Boardwalk Empire é de maneira simplista, uma história contada em volta de uma Atlantic City dos anos 20, mergulhada em plena lei seca (que durou de 1920 a 1933) e centrada em Nucky Thomson, o poderoso, corrupto e influente político. 

 

Predispõe-se, enquanto tesoureiro de Atlantic a dominar a cena política da região, ao mesmo tempo que abastece a cidade de álcool e controla os casinos. Por outro lado, apesar da violência empregue nas actividades anteriores, é alguém querido pelo povo e que está sempre predisposto a ajudar os mais fracos. Enoch 'Nucky' Thomson, como a maioria dos mafiosos retratados no grande e no pequeno ecrã, é uma personagem carismática e enigmática.

 

Embora o relato e evolução da série não tenha a intenção de ser um retrato histórico fidedigno, a verdade é que várias das personagens da série são conhecidas e retratadas de forma mais ou menos fiel. Al Capone, por exemplo, é retratado na série.

 

Outra maravilha desta série é o detalhe e a tecnologia empregue para, quase 100 anos depois, retratar a Atlantic City de 1920 com o máximo de detalhe possível.

 



Prédios, letreiros luminosos, fachadas, automóveis e o mítico passadiço. Nada é deixado de lado.

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