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Coisas do Zé

Os filmes e outras coisas da televisão. Computadores, jogos e falta de sono. Música e às vezes futebol. iPhones, coisas e telemóveis. A minha cheat sheet.

Coisas do Zé

Os filmes e outras coisas da televisão. Computadores, jogos e falta de sono. Música e às vezes futebol. iPhones, coisas e telemóveis. A minha cheat sheet.

iOS 7 num iPhone 4

por José Miguel, em 31.03.14

Definições iOS

 

Utilizar o iOS 7 num iPhone 4, apesar de ter um telefone lançado em 2010 ainda com suporte, era uma tarefa, um pouco penosa. Não é que o telefone fosse inutilizável mas, era um pouco sofrível.

 

Com o update do iOS 7.1 as coisas mudaram de figura e de que maneira. Para ajudar ainda mais à festa existe uma pequena opção que ajuda num equipamento como o iPhone 4.

 

É ir a Definições → Geral → Actualização em segundo plano e aí desactivar o Actualizar. Faz toda a diferença.

um problema chamado zahavi

por José Miguel, em 07.06.13
Bruma
Bruma - Fonte: A Bola

 

Pini Zahavi é o empresário de jogadores que desviou João Moutinho para o FC Porto e que redigiu o famoso documento onde o Sporting ficaria obrigado a libertar o jogador por propostas superiores a 10M€. Convenientemente ficou fora desse documento uma cláusula que impedisse uma migração interna de Moutinho, que assim, foi parar onde todos sabemos.

 

Pini Zahavi é portanto um empresário de jogadores. Em carteira, do Sporting, tem Ilori, Bruma, João Mário e Wilson Eduardo (http://www.zerozero.pt/agente.php?id=4). Apesar de ter empresário, Bruma e uma série de outros jogadores ainda têm um representante que se chama Cátio Baldé. Ponto que por agora não irei abordar.

 

Tirando Wilson Eduardo, os restantes jogadores agenciados pelo Israelita, são vistos em Alvalade como jogadores com grande potencial e a futura cara da equipa principal.

 

De acordo com aquilo que é sabido pelos jornais, e que não fugirá muito da verdade pelas declarações da direcção é que, Pini Zahavi tem sido inflexível ao pedir um salário de 1M€/ano para Bruma com um prémio de assinatura de renovação de mais 1M€, quando da parte do Sporting apenas são oferecidos 700m€/ano.

 

Os factos como eles são, porque a verdade não tem opinião, são:

    • Bruma tem 18 anos;
    • Bruma jogou somente uma dezena de jogos pela equipa A nem todos eles completos;
    • Existem vários clubes com poder financeiro interessados no jogador;
    • Existem outros clubes em Portugal que estão atentos à situação do jogador;
    • Como grande handicap, o contrato de Bruma acaba em 2014; e,
    • Finalmente para ajudar à festa, Bruma marcou ontem 3 golos pelos Sub-19.

Isto quer dizer que, a partir de Janeiro de 2014, o jogador pode sair a custo zero para o clube que bem entender ou para onde Zahavi entender desviá-lo.

 

Num primeiro cenário, o Sporting poderá optar por deixar cair o contrato de Bruma fazendo mostrar aos empresários de que quem tem a palavra final é o clube. Como os últimos dias revelaram, Agostinho Cá foi para o Barcelona B, jogou 22 minutos a época toda e acabou dispensado, queimando um ano da sua evolução enquanto jogador.

 

Isto poderá garantir-nos alguma margem negocial na negociação com os restantes jogadores agenciados por Pini Zahavi, bem como poderá ser um anúncio a toda a Academia que o Sporting é um fim e não um meio.

À custa disso, o provável é ver Bruma, um jogador da casa, dar e conquistar títulos a outras freguesias, bem à imagem daquilo a que estamos habituados.

 

Numa outra realidade o Sporting agarra o jogador e cumpre as exigências do empresário. Bruma assina por 1M€ e passa a ganhar igualmente 1M€/ano. Por sorte ou competência, ou pelas duas coisas conjugadas, o jogador ganha consistência exibicional, brilha e garante-nos troféus e uma venda choruda.

 

Com uma tomada de decisão destas é também provável que Ilori, João Mário e uma outra catrefada de miúdos de 18 anos queiram também… muito dinheiro. E se há coisa de que podemos estar certos é que, nem todos vão ser estrelas e que há pouco dinheiro nos cofres de Alvalade.

Qualquer decisão de gestão feita pela direcção do Sporting será sempre susceptível de ser criticada.

 

Não há neste momento nenhuma situação de win-win e eu não gostava de estar na pele de Bruno de Carvalho.

3gs

por José Miguel, em 29.05.13


Adeus velho amigo. Foram bons 3 anos.

universo sherlock

por José Miguel, em 11.05.13

Nos últimos anos temos visto surgir nos nossos ecrãs o mais famoso detective do mundo em vários formatos, várias épocas e várias narrativas diferentes.

 

House MD

House M.D. - Fonte: Fox

 

Para os mais desatentos, este ressurgir começou há já quase uma década com House M.D. em Novembro de 2004. As referências e semelhanças entre Sherlock Holmes e Gregory House são evidentes.

 

Ambos usam a dedução lógica e a psicologia na resolução dos seus casos. São os 2 utilizadores de drogas, e se House é mais dado ao Vicodin, Holmes era-o a laúdano, cocaína e mais recentemente nicotina. Um toca guitarra o outro toca violino.

 

Se Holmes tem Watson, House tinha como confidente e personagem de confiança Wilson e por fim, a mais inequívoca das homenagens dos criadores de House passam pelo seu nome, House é o singular fonético de Holmes na língua inglesa e o número de porta do médico é 221B em clara referência ao 221 de Baker Street.

 

Holmes 2009Sherlock Holmes - Fonte: Warner Brothers Pictures

 

Mas House M.D. já terminou, e entretanto apareceu-nos Robert Downey Jr. pela mão de Guy Ritchie com Sherlock Holmes (2009) e Sherlock Holmes: A Game of Shadows (2011) que nos mostram outra faceta desta personagem icónica, desta vez numa Inglaterra victoriana bem longe da mesa de operações de Dr. House mas mais próximo das suas origens.

 

O Holmes de Guy Ritchie, as produções mais Hollywoodescas do realizador britânico, trazem-nos uma visão diferente de Sherlock Holmes.

 

Quem não se recorda da imagem de marca destes 2 filmes? Explosões e pancadaria. A câmara lenta da realização e os conhecimentos de anatomia da personagem principal a arrumarem com várias personagens ao longo da história. Um Sherlock mais super-héroi mas não menos interessante, consoante o sentido crítico e o gosto de cada um.

 

Sherlock BBCSherlock - Fonte: BBC

 

Em 2010 as histórias voltam a acentuar o sotaque britânico e ao pequeno ecrã. Da BBC chega-nos Sherlock, uma mini-série com 3 episódios por temporada, passada nos dias de hoje.

 

Este é um Sherlock Holmes diferente. Quer deixar de fumar. Renega a a vontade das suas raízes e por isso, usa selos de nicotina um pouco por todo o corpo para suprimir o vício mas não deixa de ser brilhante. É um detective da era da Internet, é perseguido pelos tablóides britânicos como se de uma rockstar se tratasse e tem como companheiro um Watson ex-médico de guerra que carrega o fardo iconográfico da bengala original de Sherlock Holmes.

 

É este o Sherlock Holmes de Benedict Cumberbatch e da BBC e está previsto para 2013 a estreia da 3ª temporada. A seguir.

 

ElementaryElementary - Fonte: CBS

 

Passando para 2012 e atravessando um continente encontramos o reboot americano. A início estranhei. As premissas fizeram-me desconfiar. Um Sherlock Holmes britânico a morar em Nova Iorque, com o corpo marcado por tatuagens, toxicodependente em recuperação, consultor da NYPD e uma Watson com a tarefa de companheiro de sobriedade desempenhado por Lucy Liu.

 

Falo da série Elementary da CBS.

 

E é uma série de que gosto. John Lee Miller consegue ser astuto, mordaz e com o característico humor sarcástico a que estamos habituados em Sherlock Holmes. Além disso, revela-se uma boa série policial, bem escrita, bem filmada e na cénica cidade de NY.

mplayerx, legendas e OS X

por José Miguel, em 11.05.13

 

Num passado não muito distante dispunhamos do Perian. O Perian não era mais do que os chamados codec packs para Windows mas, neste caso, para Mac OS X. Com o fim do desenvolvimento deste software e com o lançamento do Mountain Lion, mas mais propriamente do Quicktime X o Perian deixou de funcionar como pretendido.

 

O carregar automático de legendas srt, um dos maiores features do Perian perdeu a sua funcionalidade. Contudo, como em tudo, existem alternativas.

 

A mais promissora das apps para desempenhar esta tarefa era o MPlayerX. Esta aplicação tem utiliza 2 projectos opensource, o FFMpeg e o Mplayer que lhe são o garante de reprodução de praticamente qualquer formato de vídeo existente. Além disso, para nós, que estamos habituados à legendagem e não à dobragem (felizmente), suporta o carregamento automático de legendas no format srt.

 

Simples, prático, eficiente e gratuito.
Querem melhor? O MPlayerX pode ser encontrado aqui.

um copo no passadiço

por José Miguel, em 07.05.13

 

 

Desde o início que me despertou a curiosidade. Muito por culpa de se tratar de uma série histórica e ter como produtores executivos, tanto o ícone do cinema Martin Scorcese como Mark Wahlberg, o produtor por detrás de um outro clássico favorito da televisão, Entourage. Esqueci-me ainda de mencionar o selo da HBO. Adiante.

 

Apesar de tudo isto, por entre outras séries que vão e vêm, só agora me dediquei a Boardwalk Empire e fiz-lo em bom tempo. 

 

Boardwalk Empire é de maneira simplista, uma história contada em volta de uma Atlantic City dos anos 20, mergulhada em plena lei seca (que durou de 1920 a 1933) e centrada em Nucky Thomson, o poderoso, corrupto e influente político. 

 

Predispõe-se, enquanto tesoureiro de Atlantic a dominar a cena política da região, ao mesmo tempo que abastece a cidade de álcool e controla os casinos. Por outro lado, apesar da violência empregue nas actividades anteriores, é alguém querido pelo povo e que está sempre predisposto a ajudar os mais fracos. Enoch 'Nucky' Thomson, como a maioria dos mafiosos retratados no grande e no pequeno ecrã, é uma personagem carismática e enigmática.

 

Embora o relato e evolução da série não tenha a intenção de ser um retrato histórico fidedigno, a verdade é que várias das personagens da série são conhecidas e retratadas de forma mais ou menos fiel. Al Capone, por exemplo, é retratado na série.

 

Outra maravilha desta série é o detalhe e a tecnologia empregue para, quase 100 anos depois, retratar a Atlantic City de 1920 com o máximo de detalhe possível.

 



Prédios, letreiros luminosos, fachadas, automóveis e o mítico passadiço. Nada é deixado de lado.

ele vem aí

por José Miguel, em 23.04.13

GTA V

 

Está a chegar o jogo dos jogos. GTA V.

 

Fonte: Eurogamer

episodes app

por José Miguel, em 03.10.12

Para quem gosta de séries e acompanha mais do que meia dúzia delas por vezes torna-se complicado (para cabeças distraídas como a minha), conseguir saber quais os episódios que já vimos e que ainda se encontram por acompanhar.

 

Para isso trago-vos a aplicação Episodes da UglyApps.

 

 

Os features são simples. Um motor de busca eficaz adiciona shows à nossa watchlist, o ponto de partida da aplicação, e a partir daí temos acesso a um pequeno resumo de cada série bem como de cada episódio onde o podemos marcar como visto.

 

 

São também facultadas outras informações como horário e data de exibição. Em suma trata-se de uma aplicação que como ponto forte tem o seu cuidado design, desde os ícones à construção da própria aplicação a fazer lembrar uma stock app desenhada pela própria Apple.

 

Como pontos menos positivos temos o facto de não estar disponível em Português e de não ser alvo de actualizações há algum tempo. Será porventura por isso que deixou de custar 0,99€ para neste momento ser gratuita.

 

iTunes link

x360ce e coisas de comandos

por José Miguel, em 20.09.12

Hoje em dia jogar num PC, por norma, numa máquina com bom hardware obtêm-se resultados tão bons ou melhores que nas consolas.

Basicamente a maioria dos grandes franchises são ports entre PC e consolas e vice-versa. Assim sendo, vemos a maioria dos títulos optimizados para serem jogados com um gamepad (no mundo Windows é universalmente usado o formato do comando da Xbox), e aí é que entra uma das mais úteis aplicações freeware que conheço, uso e recomendo.

 

Trata-se do x360ce – Xbox 360 Controller emulator que como o nome indica vai emular, perante a aplicação (jogo) o mapeamento de qualquer gamepad vulgar como se de um comando original da Microsoft se tratasse.

 

O processo é bastante simples.

 

 

É necessário efectuar o download tanto do xinput (livraria virtual que permite interagir entre o jogo e o comando) e da aplicação x360ce propriamente dita que irá tratar de fornecer à livraria as configurações de qual o comando que efectivamente temos ligado e qual o comportamento que deverá ter.

 

 

Descompactar os ficheiros para a pasta onde se encontra o executável do jogo em questão e correr o xbox360ce. Trata-se também de uma aplicação que através da Internet permite obter automaticamente as configurações necessárias para o nosso gamepad (caso seja detectado pela base de dados).

Finalmente, resta jogar. Divirtam-se.

3rvx

por José Miguel, em 18.09.12

 

Uma das características que tornam o OS X apelativo é a sua atenção ao detalhe e um desses detalhes é o OSD do volume. Para Windows existe uma aplicação que tem precisamente como propósito mimicar aquilo que acontece em OS X quando se aumenta ou diminui o volume.

 

Este software chama-se 3RVX, é gratuito e a sua documentação pode ser encontrada aqui

 

Download: 3RVX 2.5

 

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